sábado, 24 de maio de 2008

um cravo chamado abril da liberdade

“Um Cravo Chamado Abril Da Liberdade”

Deram-me hoje uma flôr chamada cravo

Não é um cravo de cravar a ferradura

É algo muito mais sublime e carregado de felicidade

Há alegria profunda e liberdade sem fim em si

Deram-me uma flôr de um vermelho vivo

Embora preferisse que ela fosse branca

Que ela representasse a paz entre humanos

Fosse um símbolo de dignidade espiritual

Deram-me um sonho vivo feito flôr

Quem me dera ser ela eternizada

Ser ela o desígnio da harmonia fraternal

Representar ela um abraço constante de irmãos

Deram-me hoje uma esperança rubra

Por ser rubra devia antes ser verde

Para que sentisse o tom esverdeado na paisagem

Permitindo que em todos os olhos houvesse fé

Deram-me um tapete feito de flôres tintas

A modos de que eu passasse desfilando a honra

De maneiras que atrás do som de flautas viessem massas

Viesse também quem continua a acreditar na Vida livre...

Escrito a 25 de Abril de 2008, por manuel de sousa, em Luanda, Angola, onde comungando da Liberdade conquistada e ganha por todo o Povo Angolano e pelos restantes Povos da Lusófonia, sobretudo Portugal, onde tudo aconteceu, e Países PALOP, em grande parte, em consequência do Grande Dia “25 de Abril” da Liberdade, Homenageamos assim e por esta via, todos aqueles que desempenharam um iniciativa heróica e que culminou com as Independências dos Povos da ex-África Portuguesa, devolvendo a dignidade merecida e justa áqueles...

Em consequência daquele acto histórico de relevo Mundial e Humano, acabamos todos por sair ganhando e em consequência disso, evoluimos para uma maior amizade e união de interesses comuns, formando hoje uma força política e diplomática conjunta, a CPLP, considerável e respeitada em grande parte dos Foruns Internacionais principais...


bjs Idelma

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