“Um Cravo Chamado Abril Da Liberdade”
Deram-me hoje uma flôr chamada cravo
Não é um cravo de cravar a ferradura
É algo muito mais sublime e carregado de felicidade
Há alegria profunda e liberdade sem fim em si
Deram-me uma flôr de um vermelho vivo
Embora preferisse que ela fosse branca
Que ela representasse a paz entre humanos
Fosse um símbolo de dignidade espiritual
Deram-me um sonho vivo feito flôr
Quem me dera ser ela eternizada
Ser ela o desígnio da harmonia fraternal
Representar ela um abraço constante de irmãos
Deram-me hoje uma esperança rubra
Por ser rubra devia antes ser verde
Para que sentisse o tom esverdeado na paisagem
Permitindo que em todos os olhos houvesse fé
Deram-me um tapete feito de flôres tintas
A modos de que eu passasse desfilando a honra
De maneiras que atrás do som de flautas viessem massas
Viesse também quem continua a acreditar na Vida livre...
Escrito a 25 de Abril de 2008, por manuel de sousa, em Luanda, Angola, onde comungando da Liberdade conquistada e ganha por todo o Povo Angolano e pelos restantes Povos da Lusófonia, sobretudo Portugal, onde tudo aconteceu, e Países PALOP, em grande parte, em consequência do Grande Dia “25 de Abril” da Liberdade, Homenageamos assim e por esta via, todos aqueles que desempenharam um iniciativa heróica e que culminou com as Independências dos Povos da ex-África Portuguesa, devolvendo a dignidade merecida e justa áqueles...
Em consequência daquele acto histórico de relevo Mundial e Humano, acabamos todos por sair ganhando e em consequência disso, evoluimos para uma maior amizade e união de interesses comuns, formando hoje uma força política e diplomática conjunta, a CPLP, considerável e respeitada em grande parte dos Foruns Internacionais principais...
bjs Idelma
Nenhum comentário:
Postar um comentário